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terça-feira, 29 de março de 2011

Tabela Progressiva IRPF – Anos: 2011 a 2014

A Receita Federal publicou no Diario Oficial da União da ultima segunda-feira (28/03/2011) a Medida Provisória 528/2011 que reajustou os valores da Tabela do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas a partir de 1º de Janeiro de 2011.

As tabelas publicadas nessa Medida Provisória, abrangem os anos de 2011 a 2014 e estão dipostas abaixo:

 Ano Base 2011:

Base de Cálculo (R$)

Alíquota (%)

Parcela a Deduzir do IR (R$)

Até 1.566,61

-

-

De 1.566,62 até 2.347,85

7,5

117,49

De 2.347,86 até 3.130,51

15

293,58

De 3.130,52 até 3.911,63

22,5

528,37

Acima de 3.911,63

27,5

723,95

Ano Base 2012:

Base de Cálculo (R$)

Alíquota (%)

Parcela a Deduzir do IR (R$)

Até 1.637,11

-

-

De 1.637,12 até 2.453,50

7,5

122,78

De 2.453,51 até 3.271,38

15

306,80

De 3.271,39 até 4.087,65

22,5

552,15

Acima de 4.087,65

27,5

756,53

Ano Base 2013:

Base de Cálculo (R$)

Alíquota (%)

Parcela a Deduzir do IR (R$)

Até 1.710,78

-

-

De 1.710,79 até 2.563,91

7,5

128,31

De 2.563,92 até 3.418,59

15

320,60

De 3.418,60 até 4.271,59

22,5

577,00

Acima de 4.271,59

27,5

790,58

Ano Base 2014:

Base de Cálculo (R$)

Alíquota (%)

Parcela a Deduzir do IR (R$)

Até 1.787,77

-

-

De 1.787,78 até 2.679,29

7,5

134,08

De 2.679,30 até 3.572,43

15

335,03

De 3.572,44 até 4.463,81

22,5

602,96

Acima de 4.463,81

27,5

826,15

Os valores para a dedução por dependente também foram publicados e são os seguintes:

  • Ano Base 2011: R$ 157,47
  • Ano Base 2012: R$ 164,56
  • Ano Base 2013: R$ 171,97
  • Ano Base 2014: R$ 179,71

Para mais informações e para consultar a Medida Provisória na integra clique aqui.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Controle Financeiro Pessoal – Guia Pratico (1): Onde estou gastando meu dinheiro?

O controle das finanças pessoais é um grande desafio para todos, pois apesar de parecer ser algo simples de ser realizado, acaba por ser aquele a que a maioria das pessoas da a menor importância. Se forem observados as dicas do Instituto Disop, dispostas no final deste artigo, observa-se que a primeira dica é “Nunca gaste mais do que você ganha”.  Bem, se você continuar a leitura dessas dicas terá uma visão geral de como “não gastar mais do que ganha”, todavia na prática, como começar a fazer isso? De maneira simples, o primeiro passo é conhecer suas próprias finanças, ou seja, é necessário saber exatamente quanto ganha e também quanto e em que  gasta o seu dinheiro, para que seja possível então realizar uma previsão e verificar no que deve economizar.
É obvio que sempre devem haver cortes de gastos desnecessários, então se você os conhecer comece imediatamente, todavia, caso não seja ainda possível, inicie organizando-se, de forma à começar um controle de todos os recebimentos e pagamentos que realiza todos os meses, para depois partir para um orçamento pessoal e para o corte de despesas desnecessárias.
Como começar este controle?
Se você não sabe por onde começar o controle, comece primeiramente levantando todos gastos que realizou no decorrer do mês anterior, por meio dos documentos pagos (boletos, faturas, supermercado etc.) depois faça uma relação, do tipo de despesa, data, destinatário do pagamento e valor pago e se essa despesa é fixa (ocorre todos os meses) ou variável (esporádica), como no exemplo abaixo:
Tipo Despesa Data Destinatario Valor Fixa / Variavel
Luz 03/03/2011 Eletrosul
57,00
Fixa
Supermercado 08/03/2011 Carrefur
450,00
Fixa
Computador Novo 09/03/2011 Casas Bahia
1.800,00
Variavel
Dizimo 10/03/2011 Minha Igreja
100,00
Fixa
Provavelmente após fazer esse levantamento, verificará que a soma das despesas “colocadas no papel” é menor do que as que efetivamente ocorreram. Caso isso tenha ocorrido, não se desespere, lembre-se que você está começando a sua organização para “gastar menos do que ganha”. Essas diferenças ocorrem normalmente pois no dia-a-dia são realizados pagamentos de pequenas despesas, das quais não são solicitados os comprovantes, como por exemplo, um cachorro quente, almoço, bala, cupom de estacionamento etc. De inicio, não será necessário controlar todas essas despesas de maneira separada, todavia será necessário saber precisar o seu montante e, não sendo elas o ponto comprometedor do orçamento, podem ser chamadas meramente de “Outras Despesas”.
Supondo que você ao tentar realizar o levantamento acima, chegou a conclusão de que as “Outras Despesas” comprometem seu orçamento. Nesse caso, comece hoje mesmo ao final de cada dia montar a planilha acima e após um mês já terá a base uma base de quanto e em que gasta.
Por fim, seguindo esses passos iniciais você conhecerá suas finanças e já terá base suficiente para começar a cortar gastos desnecessários. Nos próximos artigos, avançaremos para um controle financeiro efetivo, com a criação de um orçamento de receitas e despesas, controle de contas a pagar e a receber (fluxo de caixa projetado), mesclando esses itens com Softwares e Planilhas que ajudem nessa tarefa.
Abaixo expomos dicas publicadas pelo Instituto Disop, ao qual cabe o crédito pelas mesmas:
12 passos para controlar a vida financeira
1. Nunca gaste mais do que você ganha. Embora seja uma dica básica, muita gente esquece.
2. Faça levantamento dos ganhos e todos os gastos mensais. Assim é possível identificar os gastos e saber se foram necessários ou não.
3. Lembre-se dos imprevistos. Desemprego, doenças, não têm hora para acontecer e é preciso ter uma reserva para estes casos.
4. Pense antes de comprar! Muitas pessoas compram por impulso. É importante pensar se o produto é necessário, se o preço é bom, se cabe dentro do orçamento e se aquele dinheiro não vai fazer falta para comprar algo mais importante.
5. Compre à vista. Ao invés de pagar em 24 vezes, se economizar o valor da prestação por 12 a 15 meses, terá dinheiro para comprar à vista, quando normalmente dão desconto de 10%, e assim pode economizar quase 50%.
6. Procure nunca usar crédito ou dinheiro emprestado. No Brasil, com as maiores taxas de juros reais do mundo, para quem não tem controle sobre seu orçamento, isto é um suicídio financeiro.
7. Se o uso de crédito ou empréstimos for inevitável, faça pesquisa em bancos e financeiras e peça demonstrativos com valores que serão usados, juros que serão cobrados e os valores a serem pagos para ter certeza se é bom negócio e qual a melhor opção.
8. Diminua ou elimine os supérfluos. Gastar em bobagens que trarão satisfação momentânea pode trazer dores de cabeça no futuro, pois pode faltar recursos para pagar produtos e serviços importantes para você e a família.
9. Economize. Faça uso racional de tudo, desde energia elétrica até a alimentação. Excesso de consumo reflete no excesso de gastos.
10. Pesquise preços. Algumas horas de pesquisa podem significar a economia de muitos dias de trabalho.
11. Troque dívidas mais caras por dívidas mais baratas. Não pague conta de loja, que tem juros de 2% ao mês com o cartão de crédito que tem juros de 12% ao mês. Faça-o somente se tiver o dinheiro para pagar o total da fatura no final do mês. Assim, mais vale ficar com a dívida da loja em aberto e quitar o cartão do que usar o cartão e criar bola de dívidas.
12. Aproveite os finais de ano para quitar dívidas. Nesta época, os credores precisam fazer caixa e ficam mais abertos a dar descontos para quitação de dívidas, que podem chegar a 90%.
Fonte: Instituto Disop

segunda-feira, 21 de março de 2011

Companhias buscam mais executivos tributaristas

Com a expansão dos negócios e a necessidade de se adaptar e usar as constantes mudanças da legislação a seu favor, muitas empresas estão reforçando suas áreas tributárias, tornando-as menos operacionais e mais estratégicas. Os departamentos, inclusive, estão ganhando autonomia e deixando o guarda-chuva do jurídico e da contabilidade.

O novo perfil profissional exigido, no entanto, precisa agregar conhecimentos das duas disciplinas para atender às atuais necessidades das organizações. "Praticamente todas as grandes empresas estão com posições abertas na área tributária e algumas chegam a demorar meses para conseguir preenchê-las", afirma Rodrigo Forte, sócio-diretor da consultoria Exec.

Segundo ele, a demanda em relação a essas contratações deve aumentar cerca de 30% em relação ao ano passado, especialmente para a atuação em planejamento tributário. "A carga de impostos gira em torno de 40% do faturamento de uma empresa, um valor bastante expressivo. É fundamental, portanto, estudar meios para reduzir esse montante de forma legal", explica.

Bruno Lourenço, líder da área de impostos da Hays, é ainda mais otimista e espera um crescimento de cerca de 50% no aumento da procura por esses profissionais na comparação com 2010. "Para se ter uma ideia, estou trabalhando ao mesmo tempo em quatro vagas iguais para clientes distintos", afirma.

A dificuldade aumenta, de acordo com Lourenço, uma vez que a maioria dos selecionados vem das chamadas 'big four', grupo formado pelas quatro maiores auditorias e consultorias do mundo: Deloitte, pwc, Ernst & Young e KPMG. "Esses profissionais são muito disputados pelo mercado devido à experiência e ao conhecimento que adquirem, principalmente após três ou quatro anos, quando chegam ao nível sênior", ressalta.

Embora esses profissionais tenham um bom mercado de trabalho tanto em épocas de crise quanto nas de economia aquecida, o aumento recente da demanda e a falta de mão de obra especializada fez com que algumas organizações tivessem de reavaliar seus quadros de cargos e salários para atrair os talentos. "Um especialista na área tributária tem hoje uma remuneração 20% maior do que, por exemplo, quem atua em finanças e logística", afirma.

Lourenço confirma a inflação salarial e diz que os departamentos de recursos humanos estão tendo problemas para acomodar esses talentos dentro de suas estruturas. "É preciso acompanhar essa evolução e se adaptar a essa nova realidade. Caso contrário, quem está com o salário defasado vai querer sair, pois existem muitas opções no mercado", diz.

Para Giuliana Menezes, gerente da área jurídica da Michael Page, o aumento do número de empresas em processo de abertura de capital foi um dos fatores responsáveis pelo aumento salarial dos advogados como um todo. Segundo ela, quem inicia carreira na área tributária dentro de uma empresa ganha uma remuneração média de R$ 8 mil, um gerente cerca de R$ 15 mil e um diretor, com mais de dez anos de experiência, entre R$ 20 e 25 mil - todos os valores sem contar os bônus. "Empresas de agronegócio e farmácia estão contratando com mais intensidade, assim como as holdings, que tem linhas diversas de negócios, mas um centro de serviço compartilhado", afirma.

Além dos responsáveis pelo planejamento, a área tributária é formada ainda por especialistas em contencioso, que são encarregados de discutir com o fisco e com o judiciário a forma e a necessidade de determinados impostos, além dos que cuidam da parte operacional, com a apuração, pagamento e recolhimento dos tributos. A complexidade é tanta, segundo Forte, que algumas empresas chegam a ter pessoas especializadas em diferentes tipos de impostos como diretos, indiretos, internacionais e financeiros. É necessário levar em conta também que as regras mudam mesmo dentro do país, de um Estado para outro.

Em todos esses casos, Forte recomenda aos interessados em ingressar na área uma pós-graduação em direito tributário e o domínio do inglês. "O impacto dos impostos sobre os dividendos mandados para fora são altos e o profissional passa boa parte do tempo explicando situações específicas do sistema brasileiro para as matrizes", diz.

Vanessa Canado, coordenadora executiva do Núcleo de Estudos Fiscais da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas, afirma que a procura pelos programas sobre o tema dobrou nos últimos cinco anos. Na opinião dela, quem pretende ingressar na profissão deve estar sempre atualizado e nunca parar de estudar. "Esta é a matéria do direito que mais sofre alterações". Para ela, conhecer profundamente apenas a parte técnica não é o suficiente. "O bom profissional tem de saber se comunicar de forma clara com outros departamentos da empresa e com os clientes. Eles vão trabalhar em conjunto e é essencial haver sintonia entre as partes", diz.

A advogada Heloisa Muratori, de 27 anos, conhece bem essa rotina. Após estagiar em um escritório, decidiu-se pela área tributária justamente pela complexidade, pelos desafios e pela relevância da área no mundo corporativo. Desde 2005 na Johnson & Johnson, ela afirma que, além do dominar o assunto, precisa conhecer também em detalhes o tipo do negócio e estar alinhada com os objetivos da empresa. "Somente assim é possível aconselhar com segurança, sem correr o risco de resolver um problema criando outro", afirma.

Além disso, Heloísa destaca que para atuar em uma grande corporação é necessário ter senso de urgência e abdicar do "juridiquês". "Não interessa ao interlocutor se um tema é inconstitucional ou se o tributo pode ser instituído por medida provisória. Ele quer saber, de forma objetiva, como uma determinada mudança interfere no seu dia a dia e que atitude tomar", complementa.

Para a advogada, um dos maiores desafios para os profissionais da área tributária é lidar com o uso crescente da tecnologia, que aumenta tanto a agilidade na geração de informações quanto o controle e o rigor da fiscalização. "Isso exige um enfoque cada maior no trabalho de consultoria preventiva", diz.

Fonte: Valor Econômico

* Essa matéria aqui apresentada foi retirada da fonte acima citada e cabe à ela o crédito pela mesma.

sábado, 12 de março de 2011

Medo do leão: para evitar erros, contribuintes deixam declaração com profissionais

 
A temporada de entrega da declaração anual do IRPF 2011 começou no dia 1º de março e vai até 29 de abril. Apesar de ser uma obrigação anual do contribuinte, muitas vezes a falta de familiaridade com o assunto e com os programas que a Receita disponibiliza para o envio do documento faz com que algumas pessoas optem por contratar um profissional para fazer a prestação de contas ao Fisco.
Segundo especialistas, a complexidade da declaração pode levar o contribuinte ao erro e, consequentemente, deixá-lo suscetível a cair na malha fina.
No entanto, quem tiver a intenção de deixar a entrega da declaração nas mãos de uma outra pessoa, deve ficar atento a alguns detalhes, como preço, contratação do profissional e tempo disponível.
  Não existe uma tabela de preços para este tipo de prestação de serviços, mas os valores cobrados variam conforme a complexidade da declaração.
  No entanto, fica um alerta: não avalie o profissional apenas de acordo com o preço cobrado. A principal dica na hora de contratar é pedir recomendação. Consultar amigos, parentes e conhecidos pode fazer a diferença, já que terá que disponibilizar documentos e informações bem pessoais sobre seu patrimônio e o de sua família.
Evite correria
Além disso, é importante não deixar para a última hora para entregar os documentos ao profissional contratado. Com mais tempo, é possível ter mais cuidado na hora do preenchimento e, na falta de algum comprovante, é possível ir atrás da informação.
Quais documentos separar? Confira a lista:
•Informes de rendimento das fontes pagadoras;
•Comprovantes de despesas;
•Relação de dependentes e respectivos informes de rendimento, se houver; comprovantes estejam separados, já que o sistema é o mesmo para os dois modelos e existe a possibilidade de testar qual é o melhor a usar naquele ano, com o objetivo de diminuir o imposto devido ou até aumentar o valor a restituir.
•Movimentação patrimonial (compra ou venda de veículo, por exemplo).
Mesmo que o contribuinte esteja acostumado a fazer a declaração pelo modelo simplificado, que não usa as deduções permitidas por lei, é melhor que todos os 
Fonte: Infomoney
* Essa matéria aqui apresentada foi retirada da fonte acima citada e cabe à ela o crédito pela mesma.
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