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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Emprego: temperamental e apaixonante

Prof Adolfo Plnio Pereira

O assunto emprego é sempre delicado, pois a lógica que nos leva ao seu encontro é mutante. De acordo com informações do CAGED - Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, as contratações para empregos formais voltaram a crescer em todo o país. Em que setores? Onde? As respostas são várias: em alguns lugares foi no setor de produção de cana-de-açucar ou na produção rural geral, em outros, o setor de TI (Tecnologia da Informação) foi o grande contratante e, até mesmo no setor de executivos também houve oscilação positiva.

No Mato Grosso, por exemplo, entre janeiro e fevereiro os números de contratação foram: 2.539 para o setor de Serviços, 2.415 para Indústria e Transformação e 2.279 na Agropecuária. A Consultoria Right Management uma das líderes do setor de agenciamento de empregos para administradores, informou que em janeiro houve 14% há mais de contratações do que no mesmo período de 2008, e pasmem, os setores líderes foram o de construção civil e automobilístico, justo estes que demandaram muita preocupação governamental nos últimos tempos. Interessante citar que a Royal Caribbean está contratando 80 profissionais para seu escritório no Brasil, que cuidará dos cruzeiros marítimos realizados em seus 34 navios. E não podemos deixar de citar que o setor público também está em plena oferta de empregos, basta ver a quantidade de concursos em andamento.

Mas, onde posso encontrar realmente o emprego? A resposta é esquisita, mas verdadeira: “Onde ele estiver!”. Para ajudar, vamos rever conceitos já divulgados em outros artigos: 1) Conheça-se, saiba quais são os componentes de seu CHA: Conhecimentos – adquiridos, aprendidos, ou que você ainda possa adquirir Habilidades – o que você sabe fazer bem Atitudes – o que você tem feito de concreto para encontrar ou conquistar seu emprego ideal?. É sim possível encontrar um emprego que esteja em acordo com seu perfil pessoal e profissional, e para o qual você poderá dedicar-se com bastante entusiasmo, porém, é preciso preparo, dedicação e persistência.

Ele pode estar em sua cidade ou não! No ramo que você acredita que ele esteja ou não. Ele vive se escondendo, mas pode acreditar, ele quer ser encontrado. E quando encontrá-lo, agarre-o com energia e entenda que, apesar do “jeitão arredio”, o tal do emprego é muito influenciado pela nossa inércia, ignorância às mudanças, inflexibilidade e desinteresse, pontos para os quais devemos dedicar atenção e cuidado, pois só assim, faremos com ele também se apaixone por nós, não ficando esta relação amorosa, tão inconstante e imprevisível.

Um fraternal abraço. Até a próxima se Deus quiser.

Fonte: Revista Incorporativa

* Essa matéria aqui apresentada foi retirada da fonte acima citada e cabe à ela o crédito pela mesma.

Empresa de responsabilidade limitada agora não requer sócio

Gilvânia Banker

Depois do MEI (Lei do Microempreendedor Individual), uma nova sigla entrou para o vocabulário dos empreendedores brasileiros depois que a presidente da República, Dilma Rousseff, sancionou em julho deste ano a Lei nº 12.441/2011. A norma permite a constituição de micro e pequenas empresas sem a formação de sociedade, na forma de Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli). A lei, que entrará em vigor somente em 8 de janeiro de 2012, além de corrigir o que especialistas consideram um equívoco no Código Civil, pode contribuir para diminuir o gritante número da informalidade no País, atualmente em 10 milhões de informais, segundo dados do Sebrae/RS. A exemplo das sociedades limitadas (Ltda), o novo formato de empresa deverá conter a expressão Eireli para diferenciá-la das outras.

Para o gerente de Políticas Públicas do Sebrae/RS, Alessandro Machado, a nova modalidade é um avanço. “Há muito tempo vínhamos batalhando para que as micro e pequenas empresas pudessem montar seu negócio sem precisar colocar uma pessoa da família, com um percentual mínimo na sociedade”, comemora Machado, que acredita que o Eireli está um passo à frente do MEI. Criado para estimular a formalização, o MEI registrou 1,3 milhão de microempreendedores em todo o território nacional desde a sua formação, em julho de 2009. Destes, 75 mil foram cadastrados no Rio Grande do Sul.

De acordo com a norma, o capital social mínimo exigido será de 100 salários-mínimos, o que representa R$ 54,5 mil. Machado ressalta a importância da lei, também pelo ponto de vista da proteção do patrimônio. Na prática, responsabilidade limitada significa que os credores podem cobrar as dívidas desse empresário até o limite do capital social declarado por ele na abertura da empresa, não atingindo, portanto, os bens pessoais, salvo em casos excepcionais previstos em lei. A explicação é do presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul (CRC-RS), Zulmir Breda, que também comemora a nova legislação. “Considerando que a grande maioria das empresas brasileiras está situada na faixa de micro, pequeno e médio porte, a criação da modalidade de empresa individual de responsabilidade limitada é mais uma forma de facilitar a vida dos empresários”, comenta o presidente, e reforça a ideia de que o Eireli “dá ao empresário individual o mesmo benefício atribuído à sociedade limitada”.

Para Breda, a lei corrige uma distorção que havia na legislação entre duas modalidades de empresas existentes: a empresa individual e a sociedade limitada. “Com a nova lei, ambas foram equiparadas em termos de tratamento jurídico”, salienta.

Modalidade individual deve ter grande adesão

A tendência é que, com a criação dessa nova forma jurídica, aumente o número de empresas individuais. O presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul (CRC-RS), Zulmir Breda, lembra que muitas sociedades limitadas eram constituídas por um sócio majoritário, geralmente com mais de 90% do capital, e outro minoritário, apenas para atender ao requisito da lei, mas que sequer participava da vida corporativa. 

O presidente ressalta que as sociedades limitadas continuarão a existir normalmente, porém, se o empresário optar por não mais ter sócio, vai ter de enfrentar a burocracia do fechamento, que pode levar alguns meses. Encerrada a empresa antiga, ele pode então abrir a nova nos órgãos competentes, que terá um outro Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

Não há na lei vedação para que uma mesma pessoa possa participar, simultaneamente, de outras modalidades de empresas. Mas é importante salientar que a Empresa Individual de Responsabilidade Limitada também poderá resultar da concentração das quotas de outra modalidade societária num único sócio. Isso significa que, nesses casos, não haverá a necessidade de constituição de uma nova pessoa jurídica, mas sim a transformação desta já existente em uma Eireli. Por exemplo, no caso de uma sociedade limitada, um dos sócios pode adquirir as quotas do outro sócio e concentrar, a partir daí, todo o capital social da empresa, transformando-a em uma Eireli.

O gerente de Políticas Públicas do Sebrae/RS, Alessandro Machado, também vê vantagens na nova constituição empresarial no que diz respeito a tributação, pois a empresa pode se cadastrar no Simples Nacional, diminuindo a sua carga tributária.

Expectativa é de mudança na formação de empresas

Apesar de a Lei nº 12.441/2011 ser ainda muito nova, alguns especialistas já acreditam que haverá uma grande demanda na formação da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli). O advogado Silas Neves diz que há uma grande chance de essa forma de pessoa jurídica tornar-se a “vedete do mercado”. “Pelas estatísticas fornecidas pelas Juntas Comerciais de diferentes estados, o tipo societário mais adotado no Brasil é a sociedade limitada, em segundo lugar a sociedade anônima e em terceiro os demais tipos societários”, relata Neves. Para ele, a empresa individual de responsabilidade limitada assumirá a segunda posição neste ranking.

“É difícil dizer, mas possivelmente presenciaremos um movimento de transformação de muitas sociedades limitadas em empresas individuais de responsabilidade limitada, tirando do risco do negócio pessoas que não têm o interesse social”, reforça.

A empresa individual de responsabilidade limitada muda um paradigma no País. “Esta nova modalidade de pessoa jurídica afastará o desvirtuamento das sociedades empresariais, permitindo aos empresários assumirem riscos que antes não assumiam”, acredita Neves. Além do mais, para ele, a lei estimula a economia nacional, trazendo benefícios não só para a sociedade, mas para os governos, por se criar uma nova fonte de receita para os cofres públicos.

Registro gera dúvidas

A Lei nº 12.441/2011, ainda nem saiu do papel e já está causando polêmica. As empresas com natureza empresarial são registradas na Junta Comercial de qualquer estado. Porém, os cartórios de registros de pessoa jurídica também realizam abertura de empresas, mas de natureza simples. A Lei nº 12.441 não deixa claro qual o órgão terá a competência de fazer o registro da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli). A classificação entre sociedade simples e limitada é importante para se definir qual será o órgão de registro obrigatório dos contratos, se as juntas comerciais ou os cartórios de registro de títulos e documentos.

Os cartórios ainda têm dúvidas se poderão registrar essas novas empresas. Para o especialista em Direito Comercial e Oficial Interino do 4º Registro de Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica de São Paulo, Graciano Pinheiro de Siqueira, a questão merece maior discussão. “A lei faz referência apenas ao Registro Público de Empresas Mercantis, quando deveria mencionar corretamente órgão de registro público competente”, comenta.

Siqueira embasa-se na definição do Código Civil que “considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou circulação de bens ou de serviços” e que “não se considera empresário quem exerce profissão intelectual, de natureza científica, literária ou artística, ainda com o concurso de auxiliares ou colaboradores, salvo se o exercício da profissão constituir elemento de empresa”.

Segundo ele, ainda pelo Código Comercial é possível que os cartórios realizem o registro, mas acredita que o tema vai merecer muitos simpósios para esclarecimentos da lei, comenta o especialista. “A partir dessa interpretação, haverá distinção entre as sociedades simples e as sociedades empresariais”.  Além do órgão oficial para o registro, Siqueira também critica o alto valor mínimo do capital social, de R$ 54,5 mil.

O presidente da Junta Comercial do Rio Grande do Sul (Jucergs), João Alberto Vieira, também acredita que os cartórios poderão fazer o registro, mas ainda não sabe se a lei vai aumentar a demanda, pois acredita que, por ela ser muito recente, ainda gera incertezas e inseguranças. O Rio Grande do Sul ocupou a quarta posição em 2010 no volume de constituição de empresas no Brasil.

Fonte: Jornal do Comércio

* Essa matéria aqui apresentada foi retirada da fonte acima citada e cabe à ela o crédito pela mesma.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Comprar casa para morar ou alugar pode ser um bom negócio

Olívia Alonso

Em diversas cidades brasileiras, o aumento dos preços dos imóveis virou conversa de bar. “Quando encontrava os amigos, alguém acabava comentando sobre a vontade de mudar de casa ou de comprar um apartamento e reclamava dos preços altos em diversas cidades,” diz a economista Rafaela Laguna, de 30 anos. De fato, os preços de casas e apartamentos subiram em várias regiões do Brasil, puxados principalmente pelo fácil acesso ao crédito e o crescimento econômico do País. Mas, agora que o momento de disparada passou, as perguntas são outras: “Será que os preços vão continuar subinto tanto? Esse é um bom momento para comprar imóveis?”.

Para especialistas, o mercado imobiliário brasileiro chegou a um equilíbrio. “Atingimos patamares de comercialização equilibrados com a situação do País e a níveis de preços equilibrados com o bolso do consumidor,” afirma João Crestana, presidente do Secovi-SP. Depois do forte crescimento do setor em 2010, agora o momento é de acomodação, acrescenta Ricardo Almeida, professor de Finanças do Insper. Segundo ele, isso é resultado dos esforços do governo para a contenção do crédito na economia para o controle da inflação. “Os preços dos imóveis sobem conforme a concessão de crédito,” afirma.

A acomodação do mercado imobiliário não quer dizer, entretanto, que os preços vão cair. Assim, não vale a pena ficar esperando uma bolha para comprar o tão sonhado apartamento. “Quem ficar esperando uma bolha estourar por quatro anos, terá morado mal por quatro anos,” diz Almeida.

Também pode valer a pena, em alguns casos, comprar um segundo imóvel para alugar para terceiros e ter uma renda extra, ou então pensando na aposentadoria, segundo os especilistas. "Muitas pessoas se sentem confortáveis em aplicar em bens tangíveis, como os imóveis, então, nestes casos, pode ser uma boa compra," diz Nélson de Souza, professor de Finanças do Ibmec.

Por outro lado, não é aconselhável comprar imóveis como especulação, com o objetivo de vender e ganhar dinheiro com uma eventual valorização. Na avaliação dos especialistas, há melhores opções de investimento, como por exemplo os fundos imobiliários, títulos do Tesouro Direto, ou mesmo ações na bolsa de valores. "A menos que o investidor perceba que há uma boa expectativa de crescimento na região do imóvel, não creio que terá uma valorização muito expressiva," afirma Souza.

A expectativa dos especialistas é que os valores dos imóveis acompanhem a inflação de agora em diante. “Devem subir um pouco acima, como tradicionalmente acontece no mercado de imóveis. Será uma acomodação direcionada para cima,” afirma Crestana.

Preços em leve alta

A queda dos preços não deverá acontecer, segundo os especialistas, porque ainda há crédito disponível, - apesar da desaceleração - a um valor acessível. “É possível tomar dinheiro a uma taxa de juros de 9% ao ano e, ao mesmo tempo, investir parte do capital e obter um rendimento de 10% ao ano,” diz Souza.

Além disso, as construtoras seguem fazendo lançamentos e também há uma grande procura por novas casas. O que deve continuar puxando a demanda, segundo os especialistas, é o “desejo da casa própria”. “Há milhares de famílias brasileiras sedentas por bons imóveis,” diz Almeida. “O sonho de morar bem é prioridade para a maioria dos brasileiros,” acrescenta Crestana.

Segundo o presidente do Secovi-SP, cerca de 80% dos imóveis novos brasileiros valem entre R$ 150 e R$ 300 mil. Nesta faixa, há um enorme deficit habitacional no País, estimado em cerca de 6 milhões de unidades. “Uma parte são pessoas que moram inadequadamente e uma parte em coabitação, que são aquelas que vivem com parentes ou amigos,” diz Crestana.

Além deste deficit, cerca de 1,2 milhão de novas famílias demandam novas residências todos os anos. Como os números são grandes, durante muitos anos ainda haverá um saldo habitacional deficitário no Brasil, segundo os especialistas. “A minha expectativa é que o País consiga fornecer casas para os novos (1,2 milhão) e, aos poucos, cobrir essa falta. Calculo entre 6% e 8% ao ano,” diz Crestana. Assim, serão necessários pelo menos 10 anos para zerar a conta.

Os especialistas descartam também que haverá uma grande oferta de imóveis de investidores que tenham comprado apartamentos esperando um ganho com valorização. “Quem compra para investir está no topo da pirâmide. São pessoas que geralmente não têm pressa para vender e, ainda que vendam sem grandes ganhos, de forma alguma caracterizam uma tendência,” diz Crestana. “Em geral, a pessoa física reluta muito para vender um imóvel com prejuízo,” acrescenta Almeida.

Pós-boom

Desde a crise de 2008, o governo passou a adotar práticas de conceder mais crédito. No passado, os bancos estatais facilitaram ainda mais os empréstimos para fins imobiliários, tanto para construtoras, como para compradores, segundo o professor do Insper. “O crédito subiu de algo em torno de 18% [do Produto Interno Bruto – PIB] em 2004 para perto de 45% em 2010,” diz Almeida.

O presidente do Secovi acrescenta que 2010 foi o ano em que as empresas voltaram a oferecer muitos imóveis – depois de terem reduzido as obras e cortado equipes após a crise de 2008. “As famílias voltaram a querer comprar e as empresas, por sua vez, viram que as consequências da crise não seriam tão sérias e voltaram a construir,” diz Crestana.

Em 2011, no entanto, a preocupação com a inflação entrou em cena e a situação mudou. A regra passou a ser a tentativa de desaceleração da economia. “Já estamos vendo um crescimento menor do crédito,” comenta Almeida. O mercado imobiliário refletiu a mudança.

Em São Paulo, por exemplo, o número de vendas de imóveis novos caiu 34,3% nos primeiros cinco meses de 2011 em relação ao mesmo período de 2010, segundo dados do Secovi-SP. Enquanto isso, o número de lançamentos cresceu apenas 0,8% na mesma comparação.

Regiões

Os especialistas acrescentam que, apesar de ser possível identificar uma tendência de acomodação com leve alta no mercado imobiliário brasileiro, cada região tem suas particularidades. Assim, sempre é possível que investidores encontrem seus “achados”, e consigam comprar imóveis que terão valorizações altíssimas em pouco tempo. "É preciso ver a tendência da cidade, do bairro. Há regiões, como nos Jardins, em São Paulo, em que há vetores de crescimento," diz Souza.

“Em alguns lugares, ainda há espaço para os valores dos imóveis subirem com mais intensidade,” acrescenta. A cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, vive um momento diferente das outras capitais brasileiras em função dos Jogos Olímpicos de 2016, que acabam causando um alvoroço no mercado, segundo o professor do Ibmec. “Além disso, diversas empresas estão comprando imóveis para seus executivos, o que também contribui para elevar os preços na capital carioca”.

Ao mesmo tempo, também pode acontecer uma queda de preços em algum local. “Em alguma cidade que tenha a economia muito concentrada em alguma atividade específica, por exemplo, é possível que o desaquecimento desta atividade pressione o mercado imobiliário”, diz Almeida, do Insper. Outro exemplo de particularidade é Goiânia. A capital de Goiás teve um processo de valorização imobiliária um pouco mais atrasado e ainda poderá vivenciar uma alta de preços.

Fonte: iG São Paulo

* Essa matéria aqui apresentada foi retirada da fonte acima citada e cabe à ela o crédito pela mesma.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

O Sonho de Deus x Nossos Sonhos

Primeiramente peço desculpas a todos que acompanham nosso blog pela ausência de publicações nos últimos quinze dias, estive de férias nesse período, que aproveitei para visitar o Rio de Janeiro, o Espírito Santo e, por último, Sumaré/SP.

Volto dizendo que as férias foram maravilhosas e que estou literalmente renovado e animado para enfrentar os desafios à frente, bem como a publicar no blog matérias interessantes.

Hoje, porém, aproveito para publicar algo um pouco diferente, que pode parecer uma fuga do intuito do Blog, que deveria tratar especialmente de finanças pessoais, mas lhes afirmo que não. Este artigo está inserido na temática e, por ser experiência pratica da minha vida, não poderia deixar de fora. O tema aqui abordado, com certeza pode mudar a vida de uma pessoa como um todo, incluindo a vida financeira.

Comecei minhas férias com um café da manhã maravilhoso em um lugar especial. Acompanhou-o um saboroso bolo de cenouras, que deu um ótimo ponto de partida para a viagem. Partimos, em quatro amigos (irmãos em Cristo na verdade). A primeira parada foi no Rio de Janeiro, com visitas ao Maracanã, Arcos da Lapa, Lagoa Rodrigo de Freitas, Ipanema, Copacabana, Pão de Açúcar e Corcovado (Cristo).

Depois do Rio de Janeiro fomos para Vila Velha no Espírito Santo, onde visitamos muitos lugares, com direito a passeio de escuna e uma excelente recepção de outro amigo (e irmão em Cristo) que lá reside.

Posso dizer que esses dias foram maravilhosos, mas ainda havia muito preparado por Deus. Fomos para Sumaré-SP. Nesta cidade, especificamente na Estância Arvore da Vida, participamos de uma conferência com jovens das igrejas do Brasil. A palavra de Deus foi ministrada com um foco: “todos nós devemos ter o Sonho de Deus e ser Governados por esse Sonho”!

Ter o Sonho de Deus não é meramente conhecer a Bíblia de maneira doutrinaria, mas é compreender qual o motivo que levou DEUS a criar cada um de nós de maneira especial e viver com esse foco, ouvindo a palavra que Ele tem para cada um de nós, praticando-a.

Como experiência pessoal, a respeito das minhas férias (viagem e conferência de jovens), percebo que Deus esteve se alegrando juntamente comigo em cada momento de felicidade, pois Ele quer me ver feliz e contente (Fp 4:4).

Além disso, ficou claro para mim que Ele tem um objetivo especial na minha vida, que é me salvar (assim como tem também o objetivo de salvar todas as pessoas) a fim de que eu esteja junto Dele na era vindoura. Por isso, Ele fará de tudo para me ajudar a “chegar lá”, ou seja, irá me conduzir com o amor de um pai, pelo melhor caminho.

Para que o sonho de Deus seja realizado, de salvar o máximo de pessoas possíveis, cabe a mim (e a cada um) contar a todos a maneira de ser salvo e estar junto à Ele na era vindoura. Mas de maneira especial, ganhei que, para vivermos pelo Sonho de Deus não precisamos abrir mão de nossos sonhos e metas, mas sim descansar Nele, pois Ele quer que alcancemos nossas metas. Todavia, não devem ser essas a dominar nossa vida e sim serem conseqüência de nossa fidelidade ao Sonho de Deus. Assim: “se crermos em Deus e nos Seus profetas estaremos seguros e prosperaremos” (2 Cr 20:20).

Você quer estar seguro? Você quer prosperar? Se realmente a resposta para essas perguntas é: “sim”, volto a dizer, como experiência pessoal, Deus tem que ser Aquele que guia e dá o foco da sua vida.

Quer ler e ganhar mais de Deus? Recomendo os seguintes links:

Sinta-se a vontade para deixar seu contato em um comentário abaixo, terei muito prazer em responder.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Treinamento é fundamental para a sucessão de um líder

Estar à frente de uma empresa é um desafio constante, superado dia a dia pelos líderes e fundadores. Enquanto alguém cuida da organização e conhece cada centímetro do negócio, tudo vai bem. O problema é quando chega à hora da sucessão. Se a empresa não estiver preparada para as mudanças na direção, as consequências podem ser desastrosas. “É fundamental montar uma estratégia para que a sucessão tenha êxito, especialmente quando a companhia é familiar. Os conflitos entre membros da família podem até derrubar a companhia”, ressalta Eberson Luiz Federezzi, consultor de carreira e diretor da empresa de recursos humanos Gnetwork.

O líder que está deixando seu cargo – não importa o motivo – deve ter em mente que é preciso preparar alguém para substituí-lo e dar continuidade ao trabalho. É importante lembrar que o sucessor não pode ser qualquer um. “O profissional escolhido deve ter as competências e qualidades necessárias para exercer o cargo. O ideal é optar por algum colaborador que, além de atender ao perfil do cargo, já tenha algum tempo de casa. Conhecer a cultura organizacional facilita a adaptação as novas responsabilidades”, afirma.

O sucessor deve ser treinado e conduzido para que possa dar o melhor de si. O líder tem que colocar o profissional dentro do contexto da empresa, mostrar que tem confiança nele para prosseguir com os projetos já em andamento e dar início a novas ideias. “Ninguém é insubstituível ou existirá para sempre. Por isso é imprescindível ter alguém pronto para exercer a função no momento da sucessão. Quem vai deixar o cargo deve planejar a sua saída, afinal treinar e deixar um novo líder preparado demanda algum tempo”, destaca.

Para a transição ser tranqüila – tanto para o sucessor quanto para os colaboradores que terão um novo líder -, é recomendado que as mudanças ocorram progressivamente. Informar todas as pessoas que fazem parte da empresa sobre a sucessão também é de extrema importância. “Será um período de adaptação coletiva, que pode ser ou não traumático, tudo depende da maneira como o processo é conduzido. Para evitar conflitos, as responsabilidades podem ser passadas de forma gradual para o sucessor, até que o procedimento seja finalizado”, observa.

Um bom líder não pode esquecer-se de transmitir os principais valores da organização para o sucessor e ajudá-lo a compreender a seriedade do seu trabalho. “Ética, compromisso, equidade e honestidade são princípios básicos e mesmo que o profissional já esteja habituado a este clima organizacional é importante ressaltá-los. Com um preparo adequado, o profissional irá atuar conforme as orientações dadas e não haverá maiores problemas com as mudanças na direção da companhia. Se houverem dificuldades é possível contratar um consultor que poderá ajudar na transição”, aponta.

Fonte: Revista Incorporativa

* Essa matéria aqui apresentada foi retirada da fonte acima citada e cabe à ela o crédito pela mesma.

Procrastinação: deixar para amanhã o que se pode fazer hoje

Rodrigo Cardoso

Alguma vez você já procrastinou, ou seja, já deixou as coisas para depois? Imagino você se questionando e respondendo:

- Que pergunta é essa? É claro que sim!

Mas afinal, o que é procrastinação? É exatamente o oposto do que significa poder pessoal, alta performance! Significa ficar imobilizado, não seguir em frente, deixar para amanhã. Significa saber que tem algo a ser feito e não fazer nada.

Anthony Robbins, autor do livro “O Poder sem Limites”, chama esse comportamento de “assassino silencioso”, um padrão que vai crescendo dentro de você, vai se tornando cada vez mais forte, e tem o poder de imobilizá-lo.

Pois bem! Eu convido você a assumir o controle agora! Mova-se! Faça acontecer! Experimente a liberdade que essa força proporciona! Vença a inércia! Parece mais fácil falar do que fazer, não é verdade?

Vamos analisar profundamente o motivo pelo qual procrastinamos. Por que deixamos as coisas para depois? Por que não usamos nosso poder pessoal?

A verdadeira razão é que pensamos que AGIR AGORA, qualquer que seja a ação, causa mais DOR do que o prazer de ficar parado, de não fazer nada, de não entrar em ação.

Em outras palavras, acreditamos que não fazer nadar é mais prazeroso do que fazer. Talvez você me diga:

- Mas Rodrigo, eu tenho prazer em agir, isso me leva em direção ao sucesso, eu gosto de ver o trabalho feito.

É possível que seja verdade, porém, o mais comum é ver as pessoas procrastinando, pois a dor e o desconforto de ir em frente e ver o trabalho feito é maior do que o prazer de ficar parado e não começar.

Segundo meu amigo Christian Barbosa, o maior especialista em gerenciamento de tempo no país, as pessoas deixam as tarefas para depois porque não conseguem visualizar o prazer que sentiriam quando pudessem finalmente relaxar e afirmar para si mesmas: missão cumprida!

Imagine a situação de entregar o seu imposto de renda anualmente. Por qual motivo a maior parte da população deixa para a última hora?

O motivo é que a preguiça para fazer é associada à dor de ter que parar algo mais gostoso no momento e, assim, deixam para depois. Até que o prazo aperta e, nesse instante, é mais dolorido não fazer e perder o prazo do que ficar parado. É exatamente nessa hora que mudam de opinião e entram em ação.

Portando, qual é a dica para acabar com a procrastinação?

O segredo para tornar-se uma pessoa proativa está em estabelecer metas. Sim, isso mesmo, tenha metas pessoais, crie uma visão daquilo que deseja com a tarefa realizada. Foque nas tarefas importantes para a conquista de sua visão. A esperança no futuro proporciona força e energia no presente.

Será maravilhoso começar agora, quando você associar o prazer com o resultado final. Quando conseguir sentir, de maneira antecipada, a liberdade proporcionada por tornar-se alguém com capacidade de realizar, despertar o potencial e a alta performance que existe em você. Pessoas realizadas são pessoas de ação!

Lembre-se também de aproveitar o caminho. Aprender a ter prazer no ato em si, na tarefa, e não apenas no fim, é um segredo para ficar em paz e satisfeito. Eckhart Tolle, autor do Best seller “O Poder do Agora”, explica profundamente o sentido da famosa frase:

- “A felicidade está no caminho e não no fim!”

Portanto, mexa-se, comece agora, experimente o prazer de iniciar uma tarefa que estava adiando. Comece imediatamente. Visualize-a concluída, mas aproveite o processo, esteja presente, atento para cada momento e torne-se uma pessoa realizada e mais feliz.

Fonte: Revista Incorporativa

* Essa matéria aqui apresentada foi retirada da fonte acima citada e cabe à ela o crédito pela mesma.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Da brincadeira para o mundo real da bolsa de valores


Entender o funcionamento da bolsa de valores e decidir entre as melhores opções de investimento no mercado financeiro pode ser uma tarefa mais fácil do que parece. Jogos online, simuladores, a compra de uma camiseta ou até tomar cerveja estão entre as possibilidades para os iniciantes começarem a se familiarizar com esse universo.

De forma divertida é possível conhecer o mercado de ações e ter uma base para realmente se fazer aplicações em renda variável. "A ideia é sentir o clima, como se estivesse dentro da bolsa. Quando sair dessa condição de experiência vai poder encontrar um ambiente parecido na hora de investir", explica José Alberto Netto Filho, professor de Educação Financeira da BM&FBovespa.

Uma dessas ferramentas é o SimulAção, simulador que reproduz o funcionamento a bolsa de valores em que o usuário cadastrado usa o programa para se conectar com o pregão. O simulador é igual ao sistema de negociação eletrônico oferecido pelas corretoras aos investidores reais - o home broker. Com ele é possível comprar e vender papéis cotados na BM&FBovespa com apenas 15 minutos de atraso do que se passa no pregão real.

O SimulAção é gratuito e tem 92 mil usuários inscritos, dos quais 6% deles se tornaram investidores reais em renda variável. "Com esse tipo de instrumento o interessado pode descobrir quando é o momento de comprar, vender, como diversificar a carteira de ações e criar a cultura de bolsa para se tornar um investidor", diz o pesquisador do Instituto Assaf, de análises e pesquisas econômicas, Fabiano Guasti Lima.

Para quem gosta de redes sociais, o Facebook oferece o Dosh, um jogo sobre mercado financeiro cujo objetivo é negociar papéis de uma empresa específica na bolsa. O participante ainda pode interagir com outros investidores. O Dosh apresenta ainda um campo para apostas sobre qual será a pontuação da BM&F Bovespa no próximo pregão.

Os amantes de futebol também contam com um jogo que mistura o tema com a bolsa de valores. No jogo online gratuito Futbroker, o usuário pode aplicar em ações de jogadores e técnicos de diversos times nacionais e operar assim em uma espécie de bolsa do futebol.

Mas esse tipo de experiência vai além. Há sites de compra online e até um bar que funciona em um esquema semelhante ao mercado financeiro onde o preço de seus produtos são negociados.

O site de venda de camisetas I Love Trade, da empresa de cursos de análise técnica para investidores Leandro & Stormer, vende camisetas temáticas para amantes da bolsa de valores. Os preços dos produtos acompanham a demanda: quanto mais vendida, mais o preço da camiseta sobe, como um ativo na bolsa.

E para quem prefere aprender sobre o mercado no happy hour, a opção em São Paulo é o Wall Street Bar, onde o sistema de cotação de preços é destinado às bebidas. No local, o consumidor pode ver na tela qual o preço do produto, se está em alta ou baixa e fazer o pedido pelo monitor, que fica na mesa.

"É bem parecido com o mecanismo da bolsa. É diversão garantida para quem gosta, para quem quer conhecer e se entreter", afirma Artur Renato Araújo da Silva, de 31 anos, analista de sistemas, investidor e frequentador do bar.

Na mesma mesa, a professora de inglês Ecleia Fernandes Araújo da Silva, 34 anos, achou, num primeiro momento, os números do telão confusos, mas ao mesmo tempo desafiadores. "Me senti dentro da bolsa. E quando de se olha os preços, o seu objetivo é sempre levar vantagem", diz a professora. Mas a companheira de happy hour, a profissional de marketing Fabiana Neves, 35 anos, não se sente tão confortável com as oscilações de preços: "Correr riscos não é para mim".

Para os especialistas, o importante para quem quer partir para esse tipo de investimento é procurar adquirir experiência e não ficar apenas no virtual. "Tem que fazer anotações do que deu certo e errado, buscar informações e até cursos para se aprimorar. E entrar no mercado real com calma", aconselha Lima, Instituto Assaf.

Fonte: Agencia Estado


* Essa matéria aqui apresentada foi retirada da fonte acima citada e cabe à ela o crédito pela mesma.

A gestão de uma pequena ou média empresa

Ariovaldo Esgoti

Aquele que se propõe a tomar a dianteira na administração de uma pequena ou média empresa - incluídas a microempresa e a empresa de pequeno porte - nem sempre consegue se dar ao luxo de ter ao seu lado especialistas nas áreas vitais ao êxito do negócio.

Terá que fazer a lição de casa, conhecendo o que há de relevante em cada tema que pode afetar o seu desempenho, até mesmo para poder avaliar a performance dos assessores, colaboradores e parceiros.

Apesar disso, há empresários que ainda insistem em resistir ao fato, saindo-se com justificativas do tipo: se tiver que conhecer sobre contabilidade, gestão, economia, direito e, entre outros, marketing, perderei o foco do negócio.

Ledo engano. A diversidade do ambiente empresarial acaba exigindo um planejamento que contemple o estudo minucioso das principais áreas de risco, sob pena de o empreendedor ter diante de si um ótimo produto ou serviço que, porém, ou não atenderá a demanda do mercado ou o fará a duras penas, corroendo recursos já escassos.

Em outras palavras, de que adiantará perceber que a contabilidade apresenta graves falhas ou que os métodos gerenciais são inadequados à realidade mercadológica, ainda que por desprezo a riscos oriundos da macroeconomia ou do próprio sistema tributário a que se vincula, se tal percepção não ocorrer com a antecedência que possibilite algum ajuste?

Como diz o ditado: “O diabo mora nos detalhes”. Na mesma linha, temos um dos provérbios clássicos da coletânea de Murphy: “Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível”.

Vivemos em um mundo em que só por ilusão se concebe que nunca haverá problemas, que todos são sempre confiáveis, que o mercado é previsível, que as leis são justas. Estamos sob o risco constante de ter no vizinho o mais cruel dos adversários - aquele que não pensará duas vezes antes de tentar nos desferir um golpe mortal.

Todavia, esta faceta da realidade não deve nos aprisionar. Por mais dura que seja a constatação, é preferível o conhecimento à ignorância, porque, senão pudermos eliminar a fonte do risco, teremos tempo, ao menos, para atenuar o seus efeitos.

Por exemplo, é possível que a partir de certa relação entre faturamento e insumos o modelo tributário vigente precise ser repensado ou que pelo volume de negócios a qualificação da equipe de apoio deva ser reformulada.

É também plausível que o capital de (ou em) giro se revele inadequado aos requisitos do ambiente ou que algum dos agentes de mercado possa, por assim dizer, se rebelar contra a empresa, expondo-a a vulnerabilidades potenciais.

Seguramente, os desafios são inúmeros. A boa notícia é que com a abordagem adequada facilitaremos em muito o processo, diminuindo o desgaste que a caminhada tende a render.

Uma compreensão que pode bem representar o divisor de águas diz respeito à consciência do momento do tempo em que a ação é necessária, porque o passado já foi e o futuro jamais chegará.

Se realmente quisermos que algo mude ou que dada tendência não se manifeste, temos que agir no aqui e agora. Como afirmou um autor: não temos nada além do “presente precioso”.

Em meio às possibilidades, é importante subjugar o mito de que quanto mais atirarmos maiores serão as chances de atingirmos o alvo, pois não se trata meramente de quantidade e sim de qualidade, o que também pressupõe foco...

Fonte: Ariovaldo Esgoti

* Essa matéria aqui apresentada foi retirada da fonte acima citada e cabe à ela o crédito pela mesma.

É fundamental desenvolver habilidades para se tornar um bom líder

Cristina Fernandez

Um líder precisa ter suas competências e qualidades em sintonia com as exigências do mundo corporativo. Adaptar projetos aos diferentes tipos de líderes, contexto e objetivos envolvidos, além de se concentrar em alavancar os pontos fortes de cada um e não tornar todos iguais é um papel da organização. Mas é fundamental que o líder tenha foco para manter a carreira em ascensão, que esteja comprometido com o seu crescimento e disposto a desenvolver uma série de habilidades para satisfazer a empresa e os funcionários ao mesmo tempo.

Saber ouvir e se comunicar bem, compreender a realidade, vontade de aprender e inteligência emocional são algumas das habilidades que devem ser levadas em consideração já que o desenvolvimento de lideres acontece por meio da análise de comportamento e das competências desses profissionais.

O sucesso de um bom programa de desenvolvimento depende de líderes e de um RH comprometidos com o crescimento desses profissionais. Para isso, o RH e o superior do líder em desenvolvimento devem atuar como role model de valores e das competências de liderança, além de ser fundamental prover a esses líderes o feedback de seu desempenho.

Fonte: Revista Incorporativa

* Essa matéria aqui apresentada foi retirada da fonte acima citada e cabe à ela o crédito pela mesma.

A diferença entre investir e aplicar

Fabio Faria

Na economia existe uma distinção muito clara entre os conceitos de gastos e investimentos. Na linguagem usual existe também uma grande diferença uma vez que investimentos carregam uma conotação muito mais positiva do que gastos.

Mas até que ponto gastos usuais não podem ser encarados como investimentos? Devemos nos libertar da noção de que investir é necessariamente sinônimo de guardar dinheiro em uma aplicação financeira.

Um jantar fora com a esposa ou o marido pode ser um excelente investimento no casamento. Uma viagem um grande investimento em boas lembranças a serem compartilhadas com pessoas importantes. Um curso de especialização é um grande investimento pessoal e profissional (este é reconhecido até pela teoria econômica).

Muitos gastos trazem para nossa vida mais retorno que aplicações financeiras. Não se trata de um retorno quantificável, e são como aplicações com muito pouca ou nenhuma liquidez. Mas esses são atributos de aplicações financeiras, não de investimentos em você mesmo.

A economia é a ciência da felicidade. Esquecer da própria felicidade ao se decidir a forma com o suado dinheiro é empregado significa afastar-se do objetivo final do ser humano: ser feliz.

A virtude está no meio. É saudável priorizar uma aposentadoria, afinal a segurança financeira pode ser um fator muito relevante para a felicidade. É saudável planejar, aprender sobre finanças e buscar sempre um orçamento equilibrado. Mas é saudável também entender que a vida não começa na aposentadoria, e que a lógica de se avaliar o retorno sobre o um investimento vale também para a qualidade de vida no dia-a-dia, bem como a satisfação pessoal proporcionada por pequenos luxos e bons momentos.

Fonte: dinheiroetc.com.br

* Essa matéria aqui apresentada foi retirada da fonte acima citada e cabe à ela o crédito pela mesma.

O estresse e o profissional contábil

A rotina do profissional da contabilidade está entre as mais estressantes da atualidade. Os motivos são muitos, e incluem a alta complexidade das atividades desenvolvidas, grande fluxo de informações, prazos apertados para cumprimento de diferentes obrigações, necessidade de atualização contínua e pressão de clientes.

Muito se fala sobre simplificação, mas essa palavra não faz parte do vocabulário conhecido pelo contabilista. Nos últimos anos, os profissionais da contabilidade enfrentam uma evolução nas suas atividades, e isso tornou muito complexa a sua atuação no mercado de trabalho. A tecnologia que deveria facilitar o trabalho desses profissionais trouxe ainda mais trabalho. De um lado eles têm o fisco, que altera a legislação a cada dia e aumenta significativamente o número de obrigações acessórias das empresas, do outro lado as empresas, no papel de empregadores ou de clientes, que tem uma expectativa crescente por respostas e qualidade dos serviços prestados pelos contabilistas, que estão no meio dessa tripla-relação.

Quais são os efeitos de toda pressão sobre os contabilistas? Particularmente eu diria que a profissão contábil será uma das mais estressantes profissões dos próximos anos, colocando em risco a qualidade de vida e a saúde do profissional contábil.

Com base em todo o cenário mencionado, muitos profissionais contábeis, já enfrentam uma carga excessiva de trabalho o que tem levado muitos a se afastarem de suas atividades por problemas relacionados com o estresse, transtornos de ansiedade e outros problemas emocionais. Diante de tudo isso, como podem os profissionais lidar com esse desafio?

Primeiramente o modo como o profissional da contabilidade lida com os problemas que ele enfrenta é determinante sobre o seu nível de estresse. Entender claramente que ele está envolvido com o problema, mas que ele não é responsável direto pelo problema poderá amenizar o grau de desgaste pessoal.

Estabelecer limites sobre a quantidade de horas de trabalho é outro fator importante. Obviamente o profissional contábil tem prazos a cumprir, isso exigem trabalho extra, mas a carga adicional de trabalho deve ser momentânea e não decorrente, de modo a evitar a estafa profissional.

A seletividade dos trabalhos e responsabilidades que ele aceitará, deve ser bem avaliado pelo contabilista. Assumir todos os serviços oferecidos pode ser um atenuante para a o estresse do profissional contábil, portanto ele deve dar desenvolver a habilidade de dizer não quando for necessário.

Para um trabalho que é mentalmente desgastante, estabelecer intervalos na jornada e tornar o ambiente de trabalho adequado, por incluir atividades que dão prazer ao profissional ajudará a minimizar o desgaste físico e mental.

Provavelmente estamos numa realidade profissional sem volta para os contabilistas da atualidade. Deste modo, a valorização da qualidade de vida, inclusão de atividades pessoais que auxiliem na descompressão do estresse do dia a dia, além do envolvimento de atividades pessoais e familiares saudáveis serão cada vez mais necessárias para o controle do estresse do contabilista da atualidade.

Fonte: andersonhernandes.com.br

* Essa matéria aqui apresentada foi retirada da fonte acima citada e cabe à ela o crédito pela mesma.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

CRC-PR lança manual sobre Demonstrações Contábeis

CRC-PR lança manual sobre Demonstrações Contábeis.

Educação financeira começa cedo, com exemplos

Conrado Navarro

Algumas histórias são tão simbólicas que passam despercebidas diante dos olhos de muita gente. Suas lições, no entanto, são razão para profundas reflexões, especialmente quando nos damos conta de sua importância. Parte de meu aprendizado rumo à independência financeira surgiu a partir da observação, do conhecimento experimentado, do olhar atento ao que ocorria comigo e à minha volta. A história abaixo servirá de gancho para conversarmos mais sobre isso.

Eu devia ter uns quatro, cinco anos no máximo. Andava pelas ruas do bairro ao lado de meus pais, alguns amigos e seus pais. De repente encontrei alguns Cruzeiros (moeda da época) no chão, em notas amassadas, claramente perdidas há um bom tempo. Percebi o pequeno "tesouro" e ao abaixar para recolhê-lo, uma voz gritou: "Não pegue dinheiro assim. Não faça isso, dinheiro é sujo. O dinheiro está cheio de micróbios, bactérias e você vai ficar doente".

Pelo tom da voz, soube imediatamente que as palavras não vinham de meu pai ou de minha mãe. Era Dona Ana, mãe de Pedro, que apontava seu dedo para mim e começava a esboçar a reação típica de alguém preocupado, querendo saber quão grave havia sido minha descoberta e atitude. Eu estava fazendo algo realmente impróprio e indesejado segundo sua avaliação.

Com calma e elegância minha mãe colocou sua mão no ombro de Dona Ana e lhe pediu licença. Ao se interpor entre mim e ela, falou com serenidade: "Imagine, está tudo bem com ele Ana". Então virou-se para mim e disse: "Meu filho, recolha seu tesouro e vamos aproveitar para multiplicá-lo, como já o ensinei. Guarde-o com segurança e só então vamos lavar suas mãos".

Eu estava tranquilo, aquela não era a primeira vez que eu "farejava uma oportunidade". Ouvi os passos calmos de minha mãe em minha direção e continuei a trabalhar em uma forma de retirar o dinheiro sem danificá-lo. Quando chegamos em casa, algumas horas depois, fui correndo depositar meu tesouro no cofrinho dado pelos meus pais alguns meses antes.

Educação financeira começa cedo. Começa com o exemplo, com o apoio dos pais e com a crença de que o dinheiro não é, nem nunca será sujo. Aquele dia transformou minha vida por duas razões simples:

  • Eu podia confiar nos meus pais para realizar meus sonhos.Para uma criança, comprar um brinquedo e encontrar alegria em uma simples visita a um parque de diversões são metas ousadas, que exigem esforços de negociação, disciplina e algum dinheiro. Aprendi a valorizar a conquista porque era motivado a sonhar, mas também a valorizar (dar valor) o que desejava. Saber quanto custa é diferente de saber quanto vale. Uma criança só pode aprender isso com a ajuda dos pais;
  • Amor não significa proteger o outro de tudo. É certo que eu poderia ter desenvolvido alguma infecção, alergia ou coisa parecida ao tocar aquele dinheiro encontrado no chão. Mas estava em jogo uma lição mais importante, felizmente incentivada por minha mãe: nossas atitudes geram consequências, muitas delas frustrações. Viver em uma bolha não faz o tipo de quem quer ser independente financeiramente. Fui o tipo de criança que teve todo e qualquer tipo problema relacionado à curiosidade; aprendia e seguia em frente, sempre sob o olhar desafiador de meus pais.

Você, pai, mãe, já se deu conta do quanto ensina ao seu(s) filho(s) sobre dinheiro, finanças pessoais e investimentos através de seu comportamento, suas decisões e atitudes? Provavelmente não.

Você costuma negociar e pedir desconto quando vai comprar alguma coisa?Investe no futuro de sua família? Guarda algum dinheiro? Está endividado? Sua família observa tudo. E toma seu passo como modelo.

Você, filho, filha, já é capaz de observar suas decisões econômicas e compará-las ao que acontece em sua família, com seus pais? Simplesmente replica muito do comportamento familiar, sentindo-se em uma espécie de piloto automático?

Ou será que é capaz de discutir as opções, agregando valor à discussão, além de tentar provocar uma visão "fora da caixa"?

Como você percebeu, o texto de hoje é um convite. Precisamos ser mais responsáveis com a formação de nossos cidadãos. Você topa?

Crianças, adolescentes e jovens são parte do processo, o que traz enorme responsabilidade ao ambiente familiar, escolar e às amizades. Você tem se preocupado apenas com a educação formal ou tem agido de forma a ensinar também com suas próprias mudanças e melhores escolhas?

O futuro cultural, financeiro e familiar de uma geração pode estar amparado no que nós, adultos, fazemos agora, hoje. Geralmente está. Será que somos humanos demais para perceber isso?

Ora, justificar a inércia abusando de nossa natureza é abrir mão do verdadeiro amor que uma família deve carregar. Amar significa dizer "não" de vez em quando, ficar doente, "cair do cavalo". Amar significa ajudar o outro a se levantar, processar as lições e dar o próximo passo.

Não é de hoje que temos que aprender a lidar melhor com a frustração, os momentos tensos, decisões difíceis e responsabilidades. Ouvia muito minha avó dizendo que "as palavras ensinam, mas só o exemplo arrasta".
Que tal viver um padrão de vida sustentável, dentro de seus limites possíveis? Que tal olhar para o seu filho e ver nele um cidadão, alguém que você quer que melhore as coisas, que deixe um legado? Que tal começar a dar exemplos decentes, dos quais você realmente se orgulharia? Ainda dá tempo.

Compartilho com vocês um vídeo em que falo mais sobre a relação dos filhos com o dinheiro, mesada e exemplos dos pais. Espero que gostem.

Fonte: Blog Você Mais Rico, da Você S/A

* Essa matéria aqui apresentada foi retirada da fonte acima citada e cabe à ela o crédito pela mesma.

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