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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Planilha ou Software? Quero controlar meus gastos, o que utilizar?

“não basta ter o melhor software se você não encontrar tempo para alimentá-lo com dados, muito menos ter uma planilha fácil de utilizar, que não lhe traga informações uteis.”

Darlon Fernando Schulz

Falando um pouco mais sobre finanças pessoais, hoje vamos abordar um pouco sobre como melhorar seu controle financeiro, ou seja, para você que já começou a tomar nota de suas despesas e anotá-las em uma planilha ou mesmo em uma listagem manuscrita, dou-lhe os parabéns. Se você ainda não começou, recomendo que leia os artigos anteriores e comece agora mesmo.

Digo isso, pois em tudo que fazemos, sempre podemos (e devemos) avançar e ser aperfeiçoados, então, a fim de melhorar vamos agora sugerir itens que podem contribuir na melhora dos controles financeiros.

Controle em Planilhas

Existem algumas dezenas de planilhas pela internet, é claro que algumas delas sãos ruins, mas outras muito boas, inclusive gratuitas, que permitem controlar receitas, despesas, sendo que algumas auxiliam até no controle de contas a pagar e a receber além de permitir criar e acompanhar um orçamento.

Planilhas são um bom item para quem gosta de Excel pois, para aqueles que tem razoável domínio da ferramenta, podem personalizar as planilhas baixadas, melhorando-as e adaptada-las a sua realidade, permitindo facilitar seu controle.

Softwares

Com relação a geração de informações, um bom software sempre gerará informações mais completas do que uma planilha, porém os dados solicitados e tempo exigido para a manutenção normalmente será maior. Particularmente, utilizo um sistema de controle de finanças, o qual considero bom, denominado JFinanças Pessoal 2010.

Considero esse software bom, pois o mesmo permite controle de:

  • contas a pagar e a receber;
  • parcelas;
  • analise de orçamento (orçado x realizado / pagar e receber x pagas e recebidas);
  • relatórios de movimentações por tipo de gasto ou receita e por clientes e fornecedores.

O sistema permite ainda controle de cartões de crédito, todavia considero que este ultimo poderia ser melhorado em alguns aspectos, como por exemplo na geração de contas a pagar automático no fechamento da fatura.

Vale aqui ressaltar que existem muitos outros softwares que possuem as mesmas características ou até superiores, o fato que você sempre deve levar em conta antes de escolher seu software é a relação custo beneficio.

O que escolher?

Entre escolher um software ou uma planilha para controle financeiro, como experiência pessoal de controle prefiro um bom software, todavia uma planilha pode muitas vezes ser mais interessante devido a facilidade de utilização e menos burocracia no momento de inserir dados. Eu diria que você deve escolher aquilo que lhe dará boas informações e que a inserção de dados seja àquela que você consiga realizar, ou seja, não basta ter o melhor software se você não encontrar tempo para alimentá-lo com dados, muito menos ter uma planilha fácil de utilizar, que não lhe traga informações uteis.

Lembre-se, em tudo que fazemos deve haver equilíbrio, portanto busque a maneira de controle que lhe proporcione a informação de que precisa (ou busca) com a menor custo e maior facilidade de utilização.

Abaixo seguem dois links que podem auxiliar na escolha:

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Receita e Senado integram portais de pesquisa à informações jurídico-tributárias

A Receita Federal do Brasil (RFB) e o Senado Federal integraram os sistemas que permitem consulta à informação jurídico-tributária. A partir de agora, os atos constantes do Sistema de Informações Jurídico-Tributárias (Sijut) da Receita poderão ser acessados por meio do Portal LexML que integra informação jurídica e legislativa de vários órgãos do governo e está disponível na página inicial do sítio da RFB.

A ferramenta reune leis, decretos, atos infralegais, acórdãos, súmulas, e outros documentos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário da União, Estados e Municípios. O acervo conta atualmente com 2,5 milhões de documentos.

Já podem ser acessados pelo LexML mais de 5.000 atos publicados pela RFB, pelo CGREFIS (Comitê Gestor do Programa de Recuperação Fiscal) e pelo CGSN (Comitê Gestor do Simples Nacional).

Segundo Carlos Alberto Freitas Barreto, secretário da Receita Federal, “a integração é um passo importante no processo de facilitação do acesso à informação jurídico-tributária pelo contribuinte”.

Para Cláudia Nogueira, diretora da secretaria especial de informática do Senado Federal: “A informação jurídica só é completa quando verificados também os atos infralegais e a nova ferramenta tem esse objetivo”.

Fonte: Receita Federal

* Essa matéria aqui apresentada foi retirada da fonte acima citada e cabe à ela o crédito pela mesma.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Proposta permite dedução do IR de gasto com plano de saúde de empregados

Rachel Librelon

A Câmara analisa o Projeto de Lei 930/11, que inclui os gastos com plano de saúde de empregados entre as despesas dedutíveis do Imposto de Renda das empresas sujeitas a tributação com base no lucro real que optem pelo pagamento mensal do imposto.

Atualmente, conforme a Lei Tributária Federal (9.430/96), as empresas que optam pelo pagamento mensal do imposto já podem deduzir: incentivos fiscais de dedução do imposto; incentivos fiscais de redução e isenção do imposto, calculados com base no lucro da exploração; e Imposto de Renda pago ou retido na fonte, incidente sobre receitas computadas na determinação do lucro real.

O projeto foi apresentado pelo deputado Lindomar Garçon (PV-RO). Segundo ele, “a proposta tem grande alcance social e não acarreta prejuízos ao erário, pois a renúncia na arrecadação estará plenamente compensada pela economia de recursos públicos na área de saúde”, argumenta.

Tramitação

A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Fonte:Agência Câmara

* Essa matéria aqui apresentada foi retirada da fonte acima citada e cabe à ela o crédito pela mesma.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Dacon – Aprovado Programa e Prorrogado Prazo de Entrega

Foi aprovado o programa gerador do Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais Mensal-Semestral, versão 2.5 - Dacon Mensal-Semestral 2.5, através da Instrução Normativa da RFB nº 1.194, de 15 de setembro de 2011, publicada no DOU de 16.09.2011.

Nesta Instrução Normativa, está definido que fica prorrogado para o dia 31 de outubro de 2011 o prazo para a entrega da Dacon relativa aos fatos geradores ocorridos nos meses de abril a agosto de 2011.

O programa poderá ser baixado na pagina da RFB na área de downloads.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Finanças Pessoais – Bases para um bom orçamento!

“A elaboração do orçamento deve condizer com a sua realidade, ou seja, no mesmo devem ser estabelecidas metas, porém essas metas devem ser possíveis de ser alcançadas.”

Darlon Fernando Schulz

Como foi relatado no primeiro artigo a respeito de Finanças Pessoais, para ser possível gastar menos do que se ganha é necessário primeiramente saber quanto exatamente ganhamos e quanto gastamos. Após ter uma lista detalhada do que gastamos começamos a eliminar itens supérfluos ou que percebemos ser desnecessários no momento da aquisição. Após isso, já se pode estabelecer metas que constituem as bases para um bom orçamento.

Estabelecendo Metas

Para alcançar o que se deseja, sempre é importante estabelecer metas e, com um orçamento não é diferente. Mas além disso, um bom orçamento deve também condizer com a sua realidade, ou seja, no mesmo, devem sim, ser estabelecidas metas, porém essas metas devem ser possíveis de ser alcançadas.

A titulo de exemplo, se o e seu salário atual é de R$1.000,00, no seu orçamento para acompanhamento das entradas de recursos (Receitas) você deve ser, a principio pessimista, isto é, estabelecer no mesmo os R$ 1.000,00 atualizado pelo índice médio de aumento de sua categoria trabalhista.

Outro ponto, se no levantamento você observou que seu gasto médio com combustíveis é de R$ 200,00 e considera esse valor alto, verifique de maneira prática como pode diminuir esse gasto e então estabeleça no seu orçamento o valor a que chegar, todavia, não basta simplesmente estabelecer uma meta de R$ 150,00 sem um planejamento, pois isso somente gerará frustração e descontrole financeiro, caso não consiga alcançá-la.

Onde ficam meus sonhos em tudo isso?

Você pode estar pensando – “então não posso sonhar?” – é claro que pode, eu diria que deve sonhar e ainda “colocar no papel” todos os seus sonhos, pois escrevendo cada um deles (os de curto e de longo prazo) se sentirá motivado, a cada leitura, a seguir em frente. Inclusive são seus sonhos que lhe farão cortar despesas, montar e seguir seu orçamento, que de certa forma, apesar de ser também uma meta, esse orçamento constitui um importante mecanismo para tornar possíveis alcançar suas metas (sonhos).

Por fim, gostaria de enfatizar que o orçamento deve ser realista e embasado em fatos concretos, pois alçar metas muito difíceis de ser alcançadas, trarão desânimos, pois não será possível atingi-las.

Lembre-se, sonhe alto e estabeleça metas que sejam alcançáveis e te levem a alcançar esses sonhos.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Simples Nacional - Alterações

O Plenário aprovou nesta quarta-feira, por unanimidade (316 votos), o Projeto de Lei Complementar 87/11, do Executivo, que reajusta em 50% as tabelas de enquadramento das micro e pequenas empresas no Simples Nacional (ou Supersimples), um regime diferenciado de tributação no qual todos os tributos são pagos com uma alíquota única. O reajuste vale a partir de 1º de janeiro de 2012. A matéria será enviada para análise do Senado.

Devido ao acordo entre os partidos, as emendas dos deputados serão reapresentadas no Senado, onde ocorrerá a discussão de temas como mudanças no mecanismo da substituição tributária e a inclusão de novas atividades nesse regime tributário.

Segundo o relator pela Comissão de Finanças e Tributação, deputado Cláudio Puty (PT-PA), outras questões presentes no substitutivo que o deputado chegou a apresentar, ontem, na comissão, serão debatidas no Senado. Entre elas, as mudanças no mecanismo da substituição tributária e a inclusão de novas atividades no Simples Nacional.

Puty ressaltou que já foi atingido o número de 1,5 milhão de microempreendedores individuais no País. “Estamos trazendo novos agentes à economia”, afirmou.

A pressa para votar o projeto nesta quarta-feira deve-se ao fato de que, a partir desta quinta-feira, a pauta das sessões extraordinárias voltará a ficar trancada por projetos de lei do Executivo com urgência constitucional.

Novos limites

A receita bruta anual máxima para as microempresas poderem optar pelo regime passa de R$ 240 mil para R$ 360 mil. As de pequeno porte serão consideradas aquelas com receita acima de R$ 360 mil e até R$ 3,6 milhões.

Para o microempreendedor individual (MEI), a receita máxima anual sobe de R$ 36 mil para R$ 60 mil. Em todos os casos, o texto remete ao Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSIM) a atribuição de examinar a necessidade de novo reajuste a partir de 1º de janeiro de 2015.

Segundo o governo, a medida implicará em renúncia fiscal da União da ordem de R$ 5,3 bilhões em 2012, de R$ 5,8 bilhões em 2013 e de R$ 6,4 bilhões em 2014.

Exportação

Com o objetivo de estimular as exportações das empresas de pequeno porte, o texto permite considerar as receitas com os produtos exportados separadamente daquelas conseguidas no mercado interno. Assim, o limite máximo para continuar no Simples Nacional (R$ 3,6 milhões ao ano) será aplicado para as receitas de venda no Brasil e adicionalmente para as vendas ao exterior. A vigência será também a partir de 1º de janeiro de 2012.

Na tributação, será considerada a soma dos dois tipos de receita para encontrar a alíquota, pois elas variam dentro de 20 faixas de acordo com a receita dos últimos doze meses em cada mês de apuração.

Assim, uma empresa industrial, por exemplo, que tenha vendido no Brasil R$ 600 mil e exportado outros R$ 600 mil nos últimos doze meses, deverá usar uma alíquota de 8,86% sobre R$ 1,2 milhão, em vez de alíquota de 8,04%, incidente na faixa de R$ 600 mil.

Entretanto, do montante exportado caberá o desconto de tributos com isenção, como Cofins, PIS/Pasep, ICMS e IPI. Para isso serão usadas as alíquotas específicas desses tributos, que compõem, com outros impostos, a alíquota total.

Limite excedido

A partir de 1º de janeiro de 2012, será imediata a exclusão da empresa de pequeno porte cuja receita bruta, no ano-calendário, ultrapassar o limite máximo para enquadramento no Simples Nacional. Atualmente, essa exclusão ocorre somente no ano seguinte. Além de ser excluída do regime, ela também perde o tratamento jurídico diferenciado previsto na Lei Complementar 123/06.

Se o excesso de receita for de até 20%, continua a regra de desligamento no ano seguinte. Essas normas valem também para as empresas que estiverem no início de atividade, com receita calculada proporcionalmente ao período de funcionamento.

A tributação sobre o excedente continua a ser feita pela alíquota máxima, acrescida de 20% até o desligamento.

Para 2011, o projeto cria uma transição, já que os limites serão aumentados apenas em 2012. A empresa de pequeno porte que tiver obtido receita bruta total em 2011 entre R$ 2,4 milhões (limite atual) e R$ 3,6 milhões (novo limite) poderá continuar no Simples Nacional no próximo ano.

Fonte: Legisweb

* Essa matéria aqui apresentada foi retirada da fonte acima citada e cabe à ela o crédito pela mesma.

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